O serviço abre os portais do mundo do espírito. Há, porém, diversas classes de serviço, pois com a evolução do ser ele adquire características cada vez mais abrangentes e universais.
Há o serviço em que se visa ao próprio bem-estar, à própria evolução e ao próprio equilíbrio; este permite à consciência perceber o mundo pessoal e nele interagir com harmonia.
Há o serviço em que se visa ao bem-estar dos outros, ao seu resgate; este permite à consciência perceber o mundo das almas e com ele colaborar.
Finalmente, há o serviço sem nenhum objetivo explicável, a ação gratuita e desinteressada de resultados; este permite à consciência perceber o mundo divino e participar dele.
As almas que reconhecem sua genuína vocação, que é servir, são conduzidas a um treinamento progressivo e por meio dele passam de um desses patamares ao seguinte, em sua doação.
Extraído do boletim Sinais de Figueira, de Trigueirinho
Irdin Editora
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miércoles, 13 de febrero de 2008
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